As fontes pesquisadas não trazem ao certo o período e o povo que descobriu o vidro. Sabe-se, no entanto, que egípcios, sírios, fenícios, assírios, babilônios, gregos e romanos já realizavam trabalhos com o vidro.
Por isso, não é possível atribuir a descoberta do vidro a um único povo e a uma única época. No entanto, numa das fontes pesquisadas, o historiador romano Pliny (23-79 AD), atribui aos fenícios a descoberta acidental do vidro.
A história da indústria do vidro no Brasil iniciou-se com as invasões holandesas (1624/35), em Olinda e Recife (PE), onde a primeira oficina de vidro foi montada por quatro artesões que acompanharam o príncipe Maurício de Nassau. A oficina fabricava vidros para janelas, copos e frascos.
Com a saída dos holandeses a fábrica fechou. O Alvará de 1785 de D. Maria I, "A Louca", determinou a extinção de todas as manufaturas "em qualquer parte onde se acharem, nos (seus) domínios do Brasil". Todo o vidro passou a ser importado de Portugal e posteriormente da Europa e das colônias inglesas.
O vidro voltou a entrar no mapa econômico do país a partir de 1810, quando em 12 de janeiro daquele ano, o português Francisco Ignácio da Siqueira Nobre recebeu carta regia autorizando a instalação de uma indústria de vidro no Brasil.
Até o século XX, a produção de vidro era essencialmente artesanal, utilizando os processos de sopro e de prensagem, sendo as peças produzidas uma a uma.
Foi a partir do início do século XX que a indústria do vidro se desenvolveu com a introdução de fornos contínuos, a recuperação de calor e máquinas semi ou totalmente automáticas para produção em série.
Um fato marcante para o setor vidreiro brasileiro foi o surgimento, a partir do final do século passado, de importantes empresas, que ainda hoje dominam o mercado e que possibilitaram juntamente a elas o surgimento da CRISTAL DECOR, empresa que em seu pouco tempo de fundação tem conseguido propiciar a seus clientes um excelente e rápido atendimento, com moderna tecnologia e transparência.
Por isso, não é possível atribuir a descoberta do vidro a um único povo e a uma única época. No entanto, numa das fontes pesquisadas, o historiador romano Pliny (23-79 AD), atribui aos fenícios a descoberta acidental do vidro.
A história da indústria do vidro no Brasil iniciou-se com as invasões holandesas (1624/35), em Olinda e Recife (PE), onde a primeira oficina de vidro foi montada por quatro artesões que acompanharam o príncipe Maurício de Nassau. A oficina fabricava vidros para janelas, copos e frascos.
Com a saída dos holandeses a fábrica fechou. O Alvará de 1785 de D. Maria I, "A Louca", determinou a extinção de todas as manufaturas "em qualquer parte onde se acharem, nos (seus) domínios do Brasil". Todo o vidro passou a ser importado de Portugal e posteriormente da Europa e das colônias inglesas.
O vidro voltou a entrar no mapa econômico do país a partir de 1810, quando em 12 de janeiro daquele ano, o português Francisco Ignácio da Siqueira Nobre recebeu carta regia autorizando a instalação de uma indústria de vidro no Brasil.
Até o século XX, a produção de vidro era essencialmente artesanal, utilizando os processos de sopro e de prensagem, sendo as peças produzidas uma a uma.
Foi a partir do início do século XX que a indústria do vidro se desenvolveu com a introdução de fornos contínuos, a recuperação de calor e máquinas semi ou totalmente automáticas para produção em série.
Um fato marcante para o setor vidreiro brasileiro foi o surgimento, a partir do final do século passado, de importantes empresas, que ainda hoje dominam o mercado e que possibilitaram juntamente a elas o surgimento da CRISTAL DECOR, empresa que em seu pouco tempo de fundação tem conseguido propiciar a seus clientes um excelente e rápido atendimento, com moderna tecnologia e transparência.
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